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In Loco – Stock Car: Júlio Campos deixa liderança e Cacá Bueno reassume a ponta

Foto: Vanderley Soares
Foto: Vanderley Soares

O paranaense Júlio Campos não pôde saborear por muito tempo o gostinho da liderança inédita da Stock Car, alcançada com a vitória no mês passado em Curitiba. Ao final de um domingo para ser esquecido, no qual “zerou” na rodada dupla em Santa Cruz do Sul, o piloto viu a ponta do campeonato retornar às mãos do carioca Cacá Bueno (Red Bull), que conquistou um sexto e um terceiro lugares.

Pior ainda: caiu para a quarta colocação no campeonato, superado também pelos paulistas Marcos Gomes (Voxx Racing) e o atual campeão Rubens Barrichello (Full Time). O excelente público que lotou todas as áreas do autódromo do interior gaúcho assistiu a Gomes e Valdeno Brito (Shell) dividirem as vitórias.

A expectativa de um fim de semana positivo, depois do 8º e 10º lugares de Campos e seu parceiro Antonio Pizzonia no treino classificatório, se transformou em pesadelo para a Prati-Donaduzzi. Campos parou logo no início da primeira corrida com o pneu traseiro direito furado, efetuou a troca, mas depois voltou a entrar nos boxes para reparar os danos provocados no carro pela longa volta sem o pneu.

Pizzonia passou por outros problemas: envolveu-se em acidente, foi punido com drive-thru e foi chamado aos boxes para trabalhos no acerto com vistas à segunda bateria. Campos e Pizzonia só voltaram à pista nasa últimas voltas, garantindo assim a possibilidade de alinharem respectivamente em 25º e 32º e último do grid da corrida 2.

A fulminante largada de Campos deu nova impressão de que o prejuízo seria amenizado na segunda. Ele ganhou 15 posições na primeira volta e chegou ao final brigando pelo oitavo lugar, com chances claras de subir ainda mais por causa da providencial entrada do safety car pouco antes, mas um enrosco com Felipe Fraga (Voxx Racing) custou a perda de diversas colocações.

Campos recebeu a bandeirada em 16º: “Eu já havia passado o Fraga quando ele me acertou. Fiz uma primeira volta muito boa, mas o que conta é que saio daqui com os mesmos 87 pontos. Vamos ter de descontar na próxima etapa em Curitiba”, comentou.

Pizzonia também avançou no começo da segunda prova, mas de repente encostou o carro ao lado da pista. “O motor entrou em modo de segurança, e nessa condição ele deixa de funcionar, por causa do acionamento do alarma da pressão da água”, explicou.

Sobre a batida e a punição na primeira bateria, disse não ter entendido o motivo. “Eu vinha do mesmo jeito que nas voltas anteriores, mas os caras à frente praticamente pararam e não deu para evitar a batida”, disse Pizzonia, que caiu de 10º para 14º no campeonato..

O calendário voltará a ser movimentado dia 2 de agosto, em Curitiba. Os resultados em Santa Cruz do Sul (sujeitos às verificações técnica e desportiva):

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