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In Loco – Stock Car: “Prova viva”, Campos minimiza ausência de Cacá Bueno

Foto: Miguel Costa Jr.
Foto: Miguel Costa Jr.

O paranaense Julio Campos acredita que a ausência do líder Cacá Bueno, motivada pela suspensão recebida da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) pelas críticas à entidade pelo rádio da equipe no fim da prova em Ribeirão Preto, não é nenhuma garantia de vantagem na etapa da Stock Car deste fim de semana em Curitiba.

“Sou a prova viva de que a simples participação não quer dizer nada. Cheguei a Santa Cruz do Sul na frente do campeonato e zerei nas duas corridas. É difícil, mas acontece. Aconteceu comigo lá, poderia acontecer com ele aqui”, afirma Campos, que escorregou para a quarta colocação com o mau resultado no interior gaúcho no mês passado.

Campos volta ao circuito da região metropolitana de Curitiba dois meses depois de se tornar o primeiro local a vencer uma prova no Autódromo de Pinhais. Para quem imaginava que pudesse estar comemorando uma possível vantagem pela penalidade aplicada a um dos maiores adversários na luta pelo título, o piloto surpreendeu.

“Temos de fazer a nossa parte. Não adianta apenas o Cacá não correr. A ideia é buscar algo entre 24 a 30 pontos, o que conseguimos sempre que terminamos as corridas. Não vamos pensar nele porque nem é hora. O campeonato só agora está chegando à metade”, lembrou.

Sobre a decisão da CBA, Campos foi incisivo. “A punição foi muito fora dos padrões pelo que a gente entende de automobilismo, mesmo que ele tenha falado algo que não deveria. Nunca, na minha carreira inteira, vi um negócio desse tamanho fora do país. Como piloto, não sei a opinião dos demais, achei muito pesada. Espero que seja revista daqui para frente, porque não acho certo um piloto ficar sem correr uma corrida nessas circunstâncias. O rádio tem de ser um meio de comunicação da equipe, não da CBA”, completou.

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