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Outras: Ozz Negri disputará sua 12ª Rolex 24 at Daytona

Foto: Divulgação
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Detentor da vitória em 2012 e das poles de 2008 e 2015, o piloto brasileiro Oswaldo Negri Junior disputará neste fim de semana (30 e 31 de janeiro) a Rolex 24 at Daytona, cuja 54ª edição vale pela primeira etapa do WeatherTech SportsCar Championship, campeonato de endurance da NASCAR composto por 10 etapas ao longo do ano.

Veterano na modalidade nos Estados Unidos, o paulista estará cumprindo a sua 12ª participação na tradicional corrida norte-americana, que foi disputada pela primeira vez em 1966 no formato de 24 horas, sempre no traçado misto do Daytona International Speedway, atualmente com 5.728 metros por volta, incluindo partes do famoso tri-oval de 2,5 milhas (4.022 metros por volta).

“Na minha carreira, nenhuma emoção para mim fou mais forte, nenhuma vitória foi mais importante do a Daytona de 2012”, afirma Negri, que dividiu o pódio e a condução do Ford Riley #60 da Michael Shank Racing com o falecido piloto inglês Justin Wilson e os norte-americanos John Pew e A.J. Allmendinger. Na ocasião, depois de largar em 6º, o time cumpriu as 761 voltas da corrida (ou 4.337,7 km), sendo 249 na liderança.

“Vou realizar, em junho, o sonho de correr na 24 Horas de Le Mans, o que para mim será o máximo, mas meu grande objetivo e ganhar outro relógio”, disse Negri, referindo-se ao relógio da marca Rolex, patrocinadora da prova, que é um dos prêmios conquistados pelos vencedores da 24 at Daytona.

Embora seja um grande desafio uma segunda vitória na prova de 24 horas da Flórida, os resultados obtidos na pré-temporada credenciam a equipe defendida pelo brasileiro, a Michael Shank Racing, como uma das favoritas. Desde o ano passado correndo com o Ligier JS P2, equipado como motor Honda, o #60 tem agora um motor com maior torque, uma vez que a nova versão tem 3.5L, em lugar dos 2.8L do anterior.

Além disso, a equipe trabalhou o ano todo no desenvolvimento do chassi, de modo que foi um dos mais rápidos durante o Roar Before Rolex 24 at Daytona, treino preparatório de três dias no início de janeiro. Ao final das sete sessões de treinos cronometrados (seriam oito, mas uma foi cancelada em razão da forte neblina em Daytona), o Ligier da Michael Shank Racing foi o 2º mais rápido, atrás apenas de outro Ligieir Honda, o da equipe Patrón, do brasileiro Luis Felipe Derani.

Em Daytona, Negri liderará o quarteto formado pelo francês Olivier Pla, Pew e Allmendinger. Após o Roar, todo o equipamento voltou para a sede a Michael Shank Racing, em Ohio, e passou por uma revisão completa.”Uma coisa é você andar rápido em treino, o que é ótimo, mas tudo muda numa corrida de 24 horas e qualquer coisinha pode criar um problemão durante a prova, então, o trabalho não para”, explicou Negri, que somente em sua estreia na 24 at Daytona, em 2003, não esteve correndo pela Michael Shank Racing. “Só com o Mike [Shank] já são dez anos, virou família”, sintetizou o piloto.

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