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Piquet retorna ao GRC para abertura do Fort Lauderdale

Foto: José Mario Dias
Foto: José Mario Dias

No topo da tabela de classificação da novíssima Fórmula E com suas pistas de rua, Nelsinho Piquet retorna neste fim de semana a um circuito urbano. Mas o silêncio dos monopostos elétricos ficou na Europa, esperando o ePrix da semana que vem em Moscou. A partir deste sábado (30), em Fort Lauderdale (Flórida), o brasiliense participa da etapa inaugural do Red Bull Global Rallycross Championship em 2015.

Quarto colocado no campeonato do ano passado depois de passar a maior parte da temporada na liderança, o brasiliense permanece a bordo do Ford Fiesta ST #07 preparado pela equipe SHR Rallycross. “Não vejo a hora de matar a saudade do meu Ford Fiesta 4×4 e voltar a salta de carro”, diz Piquet Jr.

“Para esta temporada, permanece a estrutura que funcionou no ano passado. Mas reforçamos o time para o trabalho na oficina entre as corridas. Era meu primeiro ano completo na categoria e conseguimos alguns pódios, inclusive nos XGames. A expectativa é ir além em 2015”, acrescentou o piloto.

A etapa de Fort Lauderdale marca o retorno do GRC a uma pista de rua após um hiato de quase três anos: a última etapa que aproveitou parte das vias urbanas de uma cidade no traçado foi os XGames de Los Angeles, em junho de 2012, evento vencido pelo multicampeão de rally Sébastien Loeb.

São 12 carros inscritos para a abertura da temporada na categoria Supercars, a principal do GRC. Entre os competidores estão os americanos Scott Speed, Tanner Foust e Ken Block, o norueguês Sverre Isachsen, o sueco Patrik Sandell e o finlandês Joni Wiman, campeão de 2014. O grid tem ainda dois novatos: o porto-riquenho Victor Gonzalez e o sueco Sebastian Eriksson.

A dinâmica do evento permanece como a do ano passado: uma tomada de tempo define as posições do grid para as eliminatórias e, a partir daí, os carros disputam corridas preliminares que premiam o vencedor e o segundo com pontos no campeonato. No domingo acontecem as semifinais, a respescagem e a finalíssima, que sempre é a prova mais longa da etapa.

Todas as pistas da temporadas mesclam duas superfícies. Em Fort Lauderdale a relação entre a seção pavimentada e a de terra é de 75% para 25%. As provas de rallycross têm também o “joker” em um determinado setor: no GRC, é um trecho mais curto, de passagem obrigatória uma vez em cada bateria.

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