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Restritor dificulta vida dos líderes da Truck em Guaporé

Foto: Orlei Silva
Foto: Orlei Silva

Desde a segunda prova da 20ª temporada da Fórmula Truck até a penúltima, dia 8 de novembro em Cascavel no oeste paranaense, os líderes da mais popular categoria da América do Sul enfrentam o fantasma do restritor. Para equilibrar mais as disputas, os três primeiros colocados na classificação geral participam de treinos e corridas com uma espécie de anel de ferro, posicionado na entrada de ar do turbo e que reduz a potência dos motores dos caminhões. Todos os outros pilotos utilizam a abertura máxima.

O líder do Campeonato Brasileiro da Fórmula Truck, que em Guaporé é Paulo Salustiano, que tem 278 pontos, será o que mais vai sentir, pois usa o restritor com a menor entrada de ar: 74 milímetros, e perde algo em torno de 70 cavalos. Felipe Giaffone, o vice-líder tem 264 pontos na tabela e utiliza uma entrada de ar com 76mm, o que provoca perda de cerca de 50 HP.

Quem, pelo menos em tese, sentirá menos problemas nos 3.080 metros da pista de Guaporé será o terceiro na classificação geral, Leandro Totti, o atual campeão da Fórmula Truck. Ele tem 263 pontos, usa o restritor de 78 milímetros e deixa de utilizar aproximadamente 30 cavalos do motor. Todos os outros pilotos, posicionados do quarto lugar em diante, têm uma entrada de ar de 80 milímetros e utilizam toda a potência de mais mil HP dos propulsores.

O uso do restritor teve início na corrida de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, na segunda prova de 2015, e permanece para os três primeiros colocados na tabela de classificação – pode variar prova a prova – até a etapa de Cascavel, a penúltima do ano. Na corrida final, a ser disputada em Londrina, Norte do Paraná, ninguém usará o restritor.

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