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Átila está empolgado com “maratona” em Ribeirão Preto

Foto: Rafael Gagliano
Foto: Rafael Gagliano

Ausente do calendário da maior categoria do automobilismo nacional em 2014, a etapa da Stock Car retorna em grande estilo às ruas de Ribeirão Preto. A programação deste final de semana coloca 39 pontos em jogo na primeira rodada dupla do ano e será etapa mais longa em pistas de rua nos 36 anos de história da categoria.

“Nada melhor que voltar a Ribeirão Preto com mais tempo de pista para trazer ao público os pegas mais legais da Stock Car”, disse Átila Abreu, piloto da equipe Mobil Super Racing. O atual vice-campeão da Stock Car é o piloto de melhor histórico nas ruas do interior paulista, com duas vitórias, três pódios e duas poles nas quatro corridas da categoria realizadas até hoje na cidade.

“É uma pista muito legal. Gosto muito dos circuitos de rua, e de Ribeirão mais ainda pelo retrospecto. Foram quatro provas, duas vitorias, duas poles, um pódio em terceiro lugar e outra que quebrei liderando. A cidade sempre me acolheu muito bem e é a corrida mais próxima da minha casa no ano”, observou o sorocabano. “Estou com saudade. A vitória escapou por problemas de freio em 2013, e vamos trabalhar para que venha agora”, frisou o autor da primeira pole position da temporada, há duas semanas em Goiânia.

Átila aponta que o trabalho da equipe será um pouco diferente neste ano, em razão da maior extensão das provas. “De uma corrida de 40 minutos em 2013 vamos para duas, com 48 e 28 minutos. É mais de meia hora a mais de corrida”, comentou o dono do carro #51, ressaltando o aumento de 90% do período de ação na pista.

Neste cenário, sustenta o piloto, é necessário trabalhar desde o primeiro treino livre com atenção à confiabilidade do carro. “Da última vez já tivemos problema de freio então é algo que preocupa sim e pode ser uma das variáveis para termos que administrar para chegar até o fim da última bateria com ritmo bom. Na rua, se o freio começar a baixar, é muito mais perigoso e arriscado bater no muro do que no autódromo. A margem de erro na pista de rua é bem menor que no autódromo”, completou.

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