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Stock Car: Campos diz que pole é mais importante em Goiânia

Foto: Vanderley Soares
Foto: Vanderley Soares

Não é apenas pela oportunidade de sair na frente rumo à bolada oferecida pela Corrida do Milhão que os treinos classificatórios da Stock Car neste sábado em Goiânia redobraram de importância. Na opinião do paranaense Júlio Campos, vice-líder do campeonato, o formato de rodada simples, obrigará pilotos e equipes a se esforçarem ainda mais pela conquista da pole.

“Nas rodadas duplas, você pode considerar até o 10º lugar da primeira prova como um bom resultado, porque ele garante a pole da segunda pela inversão do grid e a possibilidade de voltar para casa com bastante pontos. Aqui, não. A briga será pela vitória. E largar na frente é um bom começo”, disse o piloto da Equipe Prati-Donaduzzi.

Embora reconheça o peso de uma vitória na Corrida do Milhão, Campos mantém o discurso que vem adotando desde o início do ano: ter sempre o título como meta e acumular o máximo de pontos possível. “Esta é uma corrida especial, porque o vencedor tem seu nome inscrito na história. Claro que todos gostariam de faturar esse prêmio atraente, mas no final o que conta mesmo é o campeonato. Vamos ver se conseguimos sair daqui mais próximos do Marcos Gomes. E, se for com um cheque de um milhão de reais, melhor ainda”, brinca.

A sessão classificatória que definirá o grid tem início previsto para as 12 horas e previsão da meteorologia é que a temperatura ambiente esteja próxima dos 35 graus. Os carros entrarão na pista em grupos de quatro, de acordo com a ordem crescente da classificação. Desta forma, Campos, Gomes e os parceiros da Equipe Red Bull, Daniel Serra e Cacá Bueno, serão os últimos a marcar tempo.

Até agora, os treinos da sexta-feira sempre serviram para Campos e seu companheiro, o amazonense Antonio Pizzonia, 15º no campeonato, trabalharem mais no acerto de corrida. Desta vez, no entanto, o diretor-técnico Juan Carlo “Mico” Lopez admitia uma mudança no planejamento.

“Até agora, até o 10º era uma boa posição de largada, porque sempre havia a chance de pontuar bem nas duas corridas. E um acerto radical visando apenas ao treino classificatório embutia o risco de uma perda na hora de trocar as regulagens para reduzir o desgaste de pneus nas corridas. Aqui, tudo se resolverá de uma só vez.”

De acordo com o regulamento, durante janela a ser ainda informada às equipes, os carros serão obrigados a fazer pelo menos uma parada para reabastecimento e troca mínima de um pneu. A Equipe Prati-Donaduzzi treinou exaustivamente a simulação do pit stop ao longo da semana passada e início desta na base em Curitiba. “O trabalho nos boxes pode decidir a corrida. É um momento de grande tensão para os mecânicos envolvidos na operação, porque eles passam a corrida esperando quase que apenas pela hora de entrar em ação”, conclui “Mico” Lopez.

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