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Wellington Cirino atrás do pentacampeonato da F-Truck

Foto: Divulgação
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Com quatro títulos no currículo da Fórmula Truck, Wellington Cirino, além de ser um dos maiores ganhadores com 25 vitórias e liderar o ranking com 29 poles positions, também é um dos pilotos com maior número de corridas na história da mais popular categoria do automobilismo da América do Sul.

Neste 21º ano da F Truck, Cirino só ficou fora na primeira temporada, em 1996. De lá para cá, foram somente seis corridas ausente, três em 2011, quando esperou a montagem do caminhão Mercedes-Benz e ainda assim foi campeão, e outras três quando sofreu um acidente em 2005.

Mas não estão somente nos números as esperanças de mais um título de Cirino, que em 2015 ganhou uma corrida e terminou o ano na sétima posição. Ele acredita que com a reestruturação da equipe da ABF Mercedes-Benz a situação vai melhorar bastante.

“Estou muito contente por a Mercedes-Benz ter continuado com a gente por mais um ano e agora é tentar seguir os passos do Paulo Salustiano, que foi vice-campeão em 2015 e fez um excelente campeonato. O objetivo é chegar à decisão com os dois caminhões brigando pelo título. Nossa dupla é bem forte”, disse Cirino.

Um dos pilotos a ser batido nesta temporada, que começa no dia 13 de março em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, é justamente o tricampeão Leandro Totti. No entanto, Cirino garante que mais seis ou sete pilotos estarão na briga direta pelo título de 2016.

“Tem o Felipe Giaffone, que é um piloto muito forte, além, claro, do Totti, do Salu, e eu, que podem ter certeza, vou disputar este título, que será um dos mais disputados dos últimos tempos”.

Para isso Wellington Cirino espera ter maior regularidade do que no ano passado, quando enfrentou dificuldades para terminar algumas corridas.

“Das dez fiz somente três boas. A da vitória em Guaporé, a do segundo lugar na abertura do ano em Caruaru, e a de Cascavel. Esta reestruturação na equipe me empolga demais e vamos buscar ter mais constância neste ano. Com o regulamento atual, o caminhão precisa ser confiável para terminar as duas fases da etapa e marcar o maior número possível de pontos. A corrida é vencida na oficina. Na pista são meros detalhes de acerto”, diz Cirino.

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